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Business Analysts Brasil

Grupo criado para tratar, não exclusivamente, das atividades envolvendo a área de Análise de Negócios. Group focused in discuss the important activities around the Business Analyst role.

Muito se fala sobre IA no desenvolvimento, principalmente com o tal do Vibe Coding. Mas e para quem trabalha com análise de negócios?

 

Na minha visão, o BA também pode — e deve — usar IA. Não para substituir análise, escuta ou pensamento crítico, mas para acelerar partes do processo.

 

A IA pode ajudar muito em atividades como:

  • organizar anotações de entrevistas;
  • transformar ideias soltas em hipóteses de requisitos;
  • sugerir perguntas para discovery;
  • identificar gaps ou ambiguidades;
  • apoiar na escrita de user stories e critérios de aceite;
  • comparar cenários e impactos.

Talvez isso seja um tipo de “Vibe Requirement”: usar IA para sair mais rápido do rascunho, explorar possibilidades e estruturar melhor o problema. Mas existe um cuidado importante: governança.

 

Nem todo dado pode ir para qualquer ferramenta de IA. Informações de cliente, processos internos, dados sensíveis e estratégias de negócio precisam ser tratados com responsabilidade.

 

O BA pode usar IA, sim. 

Mas precisa saber o que compartilhar, o que anonimizar e onde usar.

No fim, a IA pode ajudar a escrever melhor. 

Mas entender o problema continua sendo papel do BA.

A IA sugere. 

O BA questiona. 

A IA organiza. 

O BA valida. 

A IA acelera. 

O BA garante valor.

 

A questão não é usar IA para fazer requisitos mais rápido. É usar IA para fazer requisitos melhores. 

 

ENG

 

There is a lot of discussion about AI in software development, especially around

Vibe Coding

. But what about Business Analysts? 

 

In my view, BAs can — and should — use AI. Not to replace analysis, listening or critical thinking, but to speed up parts of the process. 

 

AI can be very useful for things like:

  • organizing interview notes;
  • turning rough ideas into requirement hypotheses;
  • suggesting discovery questions;
  • identifying gaps or ambiguities;
  • supporting the writing of user stories and acceptance criteria;
  • comparing scenarios and impacts.

Maybe this is a kind of “Vibe Requirement”

: using AI to move faster from rough notes to a more structured understanding of the problem. 

 

But there is one important point: governance

 

Not every piece of information should be entered into any AI tool. Client data, internal processes, sensitive information and business strategy must be handled responsibly. 

 

A Business Analyst can use AI, yes. 

But they need to know what to share, what to anonymize and where to use it.

In the end, AI can help us write better. 

But understanding the problem is still the BA’s responsibility.

AI suggests. 

The BA questions. 

AI organizes. 

The BA validates. 

AI accelerates. 

The BA ensures business value.

 

The point is not to use AI to write requirements faster. It is to use AI to write better requirements.

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Nos vemos no Agentforce World Tour São Paulo

  

Tenho uma pergunta simples para quem trabalha com Salesforce: você já parou para pensar o que significa sua empresa ser Agêntica de verdade?  

 

Não estou falando de utilizar IA. Estou falando de uma operação que age, decide e evolui de forma autônoma, enquanto o seu time foca no que realmente gera valor. 

 

Isso é o que o Agentforce viabiliza. E é o que vai separar as empresas que lideram das que correm atrás nos próximos anos. 

 

No dia 13 de maio, São Paulo recebe o Agentforce World Tour. E a K2 Partnering estará lá como patrocinadora, no stand NA07

 

Estarei presente o dia todo. Se você vai ao evento, me chama. 

 

Não para um pitch. Mas para uma conversa real sobre o seu negócio e também para batermos um papo geral! Rsrs 

 

Como você está se preparando para essa transição? 

 

Agentforce World Tour São Paulo 

�� Data: Dia 13 de maio de 2026 

�� Local: Transamerica Expo Center 

�� K2 Partnering: Stand NA07

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Tem algo acontecendo.

E talvez você ainda esteja a tempo. 

 

As seletivas do BALF 360

estão chegando ao fim. 

E, sendo bem direto: tem muita gente boa ficando de fora simplesmente porque deixou pra depois.

A gente está lendo cada candidatura com atenção. 

 

História, esforço, intenção… tudo conta.

E dá pra ver claramente: tem muita gente que merece estar dentro.

Mas aqui não entra todo mundo. 

 

Se você faz parte da comunidade Trailblazer no Brasil e ainda não se inscreveu, essa pode ser a última janela.

 

Não é sobre saber tudo. 

É sobre querer sair do lugar.

 

O BALF 360 não é mais um programa.

É construção de base. 

É diferenciação real. 

É gente que decidiu fazer diferente — começando às 6 da manhã.

Se isso te incomoda (no bom sentido), talvez seja um sinal.

👉 As inscrições estão abertas. 

balf.me

 

 

Mas não por muito tempo.

 

 

@Salesforce, Florianópolis, BR

@Developer Group, Porto Alegre, BR

@Admin Group, Sao Paulo, BR

@* Success - Português *

@Business Analysts Brasil

@Comunidade Salesforce Brasil

@Admin Group, Vitoria, BR

@Developer Group, São Paulo, BR

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🚀 Anunciando: Data 360 (Data Cloud) Consultor Bootcamp – Série de 13 Partes  

 

Começa dia 02/04 às 9:00 horas.  

 

O Data 360 (Data Cloud) está se transformando na forma como as organizações unificam, analisam e ativam dados de clientes em todo o Salesforce. Neste bootcamp abrangente de 13 partes, você terá uma análise estruturada e focada em consultoria no Data 360 — desde conceitos fundamentais até implementações avançadas e casos de uso reais.  

 

Liderada por especialistas em produtos, MVPs/SMEs e Campeões de Marketing, esta série vai ajudá-lo a se preparar para a Certificação de Consultor Data 360 e construir um conhecimento sólido e prático para aplicar em cenários do mundo real.  

 

✨ Virtual, gratuito para todos em inglês.  

 

📅 Cronograma do Bootcamp:  

• 02/04/2026 – Dia 1: Início, Visão Geral e Fundamentos   

• 07/04/2026 – Dia 2: Ciclo de Vida e Casos de Uso da Nuvem de Dados   

• 09/04/2026 – Dia 3: Configuração do Data 360  

• 14/04/2026 – Dia 4: Administração  

• 16/04/2026 – Dia 5: Ingestão e Transformação de Dados  

• 21/04/2026 – Dia 6: Ingestão e Transformação de Dados (Continuação)  

• 23/04/2026 – Dia 7: Harmonização e Unificação  

• 28/04/2026 – Dia 8: Modelagem de Dados  

• 30/04/2026 – Dia 9: Aprimoramento, Compartilhamento e Análise de Dados  

• 05/05/2026 – Dia 10: Aprimoramento de Dados (Continuação)  

• 07/05/2026 – Dia 11: Segmentação e Ativações  

• 11/05/2026 – Dia 12: Ações de Dados e Integração de Fluxo  

• 12/05/2026 – Dia 13: Painel AMA – Suas Perguntas Respondidas  

 

https://www.linkedin.com/posts/dirceo_carreirasalesforce-crm-tecnologia-share-7444492469259599872-6CHR?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAZu4ksBZsjscSHtQgA2QJ85s6FZrZAagCw

 

 

@Salesforce, Florianópolis, BR

 

@Developer Group, Porto Alegre, BR

 

@Admin Group, Sao Paulo, BR

 

@* Success - Português *

 

@Business Analysts Brasil

 

@Comunidade Salesforce Brasil

 

@Admin Group, Vitoria, BR

 

@Developer Group, São Paulo, BR

 

 

#Data Cloud  #360DC  #TrailblazerCommunity

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Fala pessoal! 

 

Nosso MVP

@Mauricio Alexandre Silva

vai dar um curso completo para quem quer entender sobre a Administração da Plataforma Salesforce. 

 

Todo conhecimento vale e, o entendimento da plataforma em sí já é um ótimo complemento para as atividades rotineiras de um Analista de Negócio. 

 

Não percam as inscrições:

https://dnn.lat/cursos-e-vagas/cursos-profissionalizantes/domine-salesforce-do-zero-ao-avancado-guia-completo-com-13-aulas-gratuitas-para-acelerar-sua-carreira-em-tecnologia/#google_vignette

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ENG

Questions that Elevate Technical Solutions 

 

Today’s post is an excellent read by Prof. Tarcísio Almeida regarding the important task of proposing solutions for the most varied situations.

 

“Question the presented solutions more.”  

This is common guidance that leaders give to their teams.

 

“Guys, bring ideas. Question more.” 

But then someone presents a technical document, an architecture proposal, or a product solution…

 

And the meeting ends like this: Silence. No one questions anything.

 

Most of the time, this doesn't happen because people lack ideas. It happens because they don't know exactly

how to question.

 

A simple way to contribute to any technical discussion is to look at the four pillars of any delivery:

Time, Cost, Quality, and Scope.

 

If your question helps improve any of these points, it is already a great contribution.

 

Time

  • Is there any way to deliver this faster?
  • Can we break it into smaller parts and validate them sooner?
  • Is there a simpler solution for a first version?

Cost

  • Does this solution increase infrastructure or operational costs?
  • Is there a simpler alternative, perhaps reusing something we already have?
  • Are we creating something that requires heavy maintenance in the future?

Quality

  • Are there risks regarding performance, scalability, or reliability?
  • How does this solution behave in failure scenarios?
  • Are we taking on any significant technical debt?

Scope

  • Does all of this really need to be done right now?
  • Is there a smaller version that already solves the main problem?
  • Are we trying to solve more problems than necessary at this moment?

Another powerful question in any discussion is: What alternatives were considered, and what are the trade-offs of this proposal compared to the others? 

 

Good technical discussions are rarely born from opinions, but rather from good questions.

 

So, the next time someone presents a solution, try looking through this lens:

Time. Cost. Quality. Scope.

 

If your question helps improve any of these four points, it is likely already elevating the quality of the team's decision. 

 

Post and article link: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7437581888506118145/

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Hoje o post é uma excelente leitura do Prof Tarcísio Almeida, sobre a importante tarefa de propor Soluções para as mais variadas situações. 

 

“Questionem mais as soluções apresentadas” 

Essa é uma orientação comum que líderes dão para seus times. 

 

“Pessoal, tragam ideias. Questionem mais.” 

Mas aí alguém apresenta um documento técnico, uma proposta de arquitetura ou uma solução de produto… 

 

E a reunião termina assim: Silêncio. Ninguém questiona nada. 

 

E na maioria das vezes isso não acontece porque as pessoas não têm ideias. Acontece porque elas não sabem exatamente como questionar. 

 

Uma forma simples de contribuir em qualquer discussão técnica é olhar para quatro pilares de qualquer entrega: 

 

Tempo, Custo, Qualidade e Escopo. 

 

Se a sua pergunta ajuda a melhorar qualquer um desses pontos, ela já é uma ótima contribuição. 

 

Tempo

 

• Existe alguma forma de entregar isso mais rápido? 

• Dá para dividir em partes menores e validar antes? 

• Existe uma solução mais simples para uma primeira versão? 

 

Custo

 

• Essa solução aumenta custo de infraestrutura ou operação? 

• Existe uma alternativa mais simples ou reutilizando algo que já temos? 

• Estamos criando algo que exige muita manutenção no futuro? 

 

Qualidade

 

• Existem riscos de performance, escalabilidade ou confiabilidade? 

• Como essa solução se comporta em cenários de falha? 

• Estamos assumindo alguma dívida técnica relevante? 

 

Escopo

 

• Tudo isso realmente precisa ser feito agora? 

• Existe uma versão menor que já resolva o problema principal? 

• Estamos tentando resolver mais problemas do que o necessário neste momento? 

 

Outra pergunta poderosa em qualquer discussão é: Quais alternativas foram consideradas e quais são os trade-offs dessa proposta e das outras? 

 

Boas discussões técnicas raramente nascem de opiniões, mas sim de boas perguntas. 

 

Então da próxima vez que alguém apresentar uma solução, experimente olhar por essa lente: 

 

Tempo. 

Custo. 

Qualidade. 

Escopo. 

 

Se a sua pergunta ajuda a melhorar qualquer um desses quatro pontos, 

provavelmente ela já está elevando a qualidade da decisão do time." 

 

O link do post e da matéria:

https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7437581888506118145/

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Fala pessoal! 

 

Umas das atividades mais desafiadoras e importantes no processo de construção dos requerimentos é, sem dúvida, ter muito claro as perguntas que precisam serem feitas para os steakholders envolvidos em um processo de Discovery (por exemplo). 

 

Nesse link vocês vão poder consultar uma lista de importantes dicas sobre essa atividade: 

https://gem.godaddy.com/p/db8a0e1?pact=14020654-190007317-13933869681-edb9d231377fca02b20a1fe0406dfc6371df0779

 

 

ENG 

Hello guys! 

 

One of the most challenging and important activities in the requirements engineering process is, without a doubt, having absolute clarity about the questions that need to be asked to the stakeholders involved in a Discovery process (for example).

At the link below, you will be able to access a list of important tips regarding this activity: 

 

https://gem.godaddy.com/p/db8a0e1?pact=14020654-190007317-13933869681-edb9d231377fca02b20a1fe0406dfc6371df0779

 

See you folks! 

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