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Business Analysts Brasil

Grupo criado para tratar, não exclusivamente, das atividades envolvendo a área de Análise de Negócios. Group focused in discuss the important activities around the Business Analyst role.

À medida que a tecnologia se torna parte central dos negócios, profissionais que buscam posições de liderança precisam ampliar seu olhar: conectar tecnologia à estratégia, desenvolver pessoas e gerar impacto organizacional. 

 

O material que compartilho, criado pela FIAP, aborda essa jornada de forma prática, explorando as quatro dimensões da liderança — tecnológica, estratégica, operacional e cultural — e competências essenciais para quem deseja evoluir rumo a posições de maior responsabilidade. 

 

Uma leitura relevante para profissionais de tecnologia que estão se preparando para liderar equipes, iniciativas e transformações. 

 

Recomendo a leitura. O documento está anexo. 

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Tem algo acontecendo.

E talvez você ainda esteja a tempo. 

 

As seletivas do BALF 360

estão chegando ao fim. 

E, sendo bem direto: tem muita gente boa ficando de fora simplesmente porque deixou pra depois.

A gente está lendo cada candidatura com atenção. 

 

História, esforço, intenção… tudo conta.

E dá pra ver claramente: tem muita gente que merece estar dentro.

Mas aqui não entra todo mundo. 

 

Se você faz parte da comunidade Trailblazer no Brasil e ainda não se inscreveu, essa pode ser a última janela.

 

Não é sobre saber tudo. 

É sobre querer sair do lugar.

 

O BALF 360 não é mais um programa.

É construção de base. 

É diferenciação real. 

É gente que decidiu fazer diferente — começando às 6 da manhã.

Se isso te incomoda (no bom sentido), talvez seja um sinal.

👉 As inscrições estão abertas. 

balf.me

 

 

Mas não por muito tempo.

 

 

@Salesforce, Florianópolis, BR

@Developer Group, Porto Alegre, BR

@Admin Group, Sao Paulo, BR

@* Success - Português *

@Business Analysts Brasil

@Comunidade Salesforce Brasil

@Admin Group, Vitoria, BR

@Developer Group, São Paulo, BR

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PORT

 

Acabei de sair do keynote do Dreamforce e preciso compartilhar isso enquanto ainda estou com a adrenalina lá em cima. 

 

A

Salesforce

acabou de redefinir o que significa "time comercial" — e eu, como Head de Prática, já estou pensando em como isso muda a conversa com nossos clientes. 

 

O grande anúncio é o

AIforce

: toda a inteligência de negócio, dados e contexto que já vivem no Salesforce, agora disponíveis direto no Claude, no Slack, onde seu time já trabalha. Chega de logar em sistema pra fazer as coisas — o sistema vem até você. 

 

Mas o que realmente me deixou entusiasmado foi ver a nova geração de agentes com nome e função — literalmente contratações de IA prontas para o trabalho: 

 

Piper:

Já qualifica leads inbound antes mesmo de um humano entrar na conversa 

Hunter

: O agente de prospecção outbound 

Casey:

Resolve atendimento em voz, WhatsApp, SMS e chat — em escala 

Paige:

Já resolve 70% das solicitações de TI e RH em alguns clientes, sozinha 

Fin:

vindo da aquisição da Intercom, elevando o padrão de suporte complexo 

 

Isso não é ficção científica de conferência de tecnologia. São resultados reais, de clientes reais, hoje. 

 

O que mais me anima é o timing: estamos vendo a transição de "IA que responde perguntas" para "IA que entrega resultado de negócio, com contexto e governança". E isso muda completamente o tamanho da ambição que podemos ter em cada projeto. 

 

Essa é a hora de repensar o que é possível. O que antes levava trimestres pra escalar, agora começa a rodar em semanas. 

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ENG

 

 

I just walked out of the Dreamforce keynote and need to share this while the adrenaline is still running high. 

 

Salesforce just redefined what "sales team" means — and as Head of Practice, I'm already thinking about how this changes the conversation with our clients. 

 

The big announcement is AIforce: all the business intelligence, data, and context that already live inside Salesforce, now available directly in Claude, in Slack, wherever your team already works. No more logging into a system to get things done — the system comes to you. 

 

But what really got me excited was seeing the new generation of agents with a name and a job — literally AI hires ready to work: 

 

Piper: Already qualifying inbound leads before a human even joins the conversation 

Hunter: The outbound prospecting agent 

Casey: Handling voice, WhatsApp, SMS, and chat support — at scale 

Paige: Already resolving 70% of IT and HR requests for some clients, on her own 

Fin: Coming from the Intercom acquisition, raising the bar for complex support

 

This isn't tech-conference science fiction. These are real results, from real clients, today.

 

What excites me most is the timing: we're watching the shift from "AI that answers questions" to "AI that delivers business outcomes, with context and governance." And that completely changes the scale of ambition we can bring to every project.

 

This is the moment to rethink what's possible. What used to take quarters to scale now starts running in weeks.

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PORT

 

Fala pessoal! 

 

A recomendação dessa semana é um importante vídeo, explicando as atribuições de um Business Analyst em projetos Waterfall e Ageís. 

 

https://www.youtube.com/watch?v=5p7ocaLo1HI

 

Espero que gostem! 

 

Edgar 

 

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ENG

 

Hi folks! 

 

This week I'd like to share an important vídeo which describes the differences in a Business Analyst activity in Waterfall and Agile projects delivery methodologies. 

 

https://www.youtube.com/watch?v=5p7ocaLo1HI

 

Regards, 

 

Edgar

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Hi everyone, 

 

NextEd Consluting is hiring for Business Analyst / Product Owner with deep experience in credit union/Banking operations, small business banking, and technology‑driven product delivery. This role is ideal for someone who understands the unique regulatory, operational, and member‑service expectations of U.S. credit unions and can translate them into scalable digital products, process improvements, and business solutions. 

 

Work closely with lending teams, digital banking, core systems, compliance, and member experience groups to build and enhance products that support small business members, including lending, treasury services, onboarding, and relationship management. 

 

If you are interested, please send you resume to:

info@nextedconsulting.com

 

OR you can DM me on LinkedIn for more details: 

Samira Asfour | LinkedIn

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Sharing an excellent article from Salesforce Ben: 

 

How the Salesforce Business Analyst Role Is Evolving in 2026

 

https://www.salesforceben.com/how-the-salesforce-business-analyst-role-is-evolving-in-2026/

 

 

 

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Any thoughts of the future of the Salesforce BA role? Is the role being phased out due to AI?  Evolving into something different?  What are you seeing and experiencing?  If this has already been discussed, please point me to it, thanks.

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Muito se fala sobre IA no desenvolvimento, principalmente com o tal do Vibe Coding. Mas e para quem trabalha com análise de negócios?

 

Na minha visão, o BA também pode — e deve — usar IA. Não para substituir análise, escuta ou pensamento crítico, mas para acelerar partes do processo.

 

A IA pode ajudar muito em atividades como:

  • organizar anotações de entrevistas;
  • transformar ideias soltas em hipóteses de requisitos;
  • sugerir perguntas para discovery;
  • identificar gaps ou ambiguidades;
  • apoiar na escrita de user stories e critérios de aceite;
  • comparar cenários e impactos.

Talvez isso seja um tipo de “Vibe Requirement”: usar IA para sair mais rápido do rascunho, explorar possibilidades e estruturar melhor o problema. Mas existe um cuidado importante: governança.

 

Nem todo dado pode ir para qualquer ferramenta de IA. Informações de cliente, processos internos, dados sensíveis e estratégias de negócio precisam ser tratados com responsabilidade.

 

O BA pode usar IA, sim. 

Mas precisa saber o que compartilhar, o que anonimizar e onde usar.

No fim, a IA pode ajudar a escrever melhor. 

Mas entender o problema continua sendo papel do BA.

A IA sugere. 

O BA questiona. 

A IA organiza. 

O BA valida. 

A IA acelera. 

O BA garante valor.

 

A questão não é usar IA para fazer requisitos mais rápido. É usar IA para fazer requisitos melhores. 

 

ENG

 

There is a lot of discussion about AI in software development, especially around

Vibe Coding

. But what about Business Analysts? 

 

In my view, BAs can — and should — use AI. Not to replace analysis, listening or critical thinking, but to speed up parts of the process. 

 

AI can be very useful for things like:

  • organizing interview notes;
  • turning rough ideas into requirement hypotheses;
  • suggesting discovery questions;
  • identifying gaps or ambiguities;
  • supporting the writing of user stories and acceptance criteria;
  • comparing scenarios and impacts.

Maybe this is a kind of “Vibe Requirement”

: using AI to move faster from rough notes to a more structured understanding of the problem. 

 

But there is one important point: governance

. 

 

Not every piece of information should be entered into any AI tool. Client data, internal processes, sensitive information and business strategy must be handled responsibly. 

 

A Business Analyst can use AI, yes. 

But they need to know what to share, what to anonymize and where to use it.

In the end, AI can help us write better. 

But understanding the problem is still the BA’s responsibility.

AI suggests. 

The BA questions. 

AI organizes. 

The BA validates. 

AI accelerates. 

The BA ensures business value.

 

The point is not to use AI to write requirements faster. It is to use AI to write better requirements.

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